A história do rafting começa em 1842, quando o tenente Jonh Fremont, do exército americano, fez suas primeiras expedições usando um bote desenhado por Horace H. Day. O bote era construído com 4 compartimentos separados de tecido com borracha da Índia e um fundo liso, suspenso e retangular, que o diferenciava de outros barcos. O nome deste bote era Air Army Boats. No Brasil, a história do rafting é bem mais recente. Os primeiros botes para corredeira chegaram em 1982. Hoje o rafting é atividade consolidada pelo país, com cerca de 50 locais para a prática, sendo metade deles nas regiões Sul e Sudeste. (ABETA/Ministério do Turismo, 2009)
Os Manuais de Boas Práticas de Turismo de Aventura (TA) - entre eles o Rafting - Manual de Boas Práticas nº 10, ABETA (2009) - foram produzidos como documentos informativos, precisos do ponto de vista empresarial e técnico, de agradável leitura e fácil entendimento para os profissionais do Turismo de Aventura no Brasil. Também pretendem ser referência permanente de leitura para seu público-alvo, refletindo o melhor do conhecimento e da experiência do segmento hoje no país; documentos que traduzem a personalidade dos melhores profissionais do setor, em edições técnica e graficamente cuidadosas e especiais.
Os Manuais de Boas Práticas de Turismo de Aventura (TA) - entre eles o Rafting - Manual de Boas Práticas nº 10, ABETA (2009) - foram produzidos como documentos informativos, precisos do ponto de vista empresarial e técnico, de agradável leitura e fácil entendimento para os profissionais do Turismo de Aventura no Brasil. Também pretendem ser referência permanente de leitura para seu público-alvo, refletindo o melhor do conhecimento e da experiência do segmento hoje no país; documentos que traduzem a personalidade dos melhores profissionais do setor, em edições técnica e graficamente cuidadosas e especiais.
Os Manuais de Boas Práticas são resultado do Programa Aventura Segura, um desafio e uma oportunidade de criar referência e marcar a história do desenvolvimento do segmento no Brasil. Foram formulados a partir de ações iniciadas em Grupos de Trabalho – GTs, formados no âmbito da ABETA. Esses GTs se configuraram na primeira iniciativa de organização do conhecimento e das práticas que eram realizadas pelas empresas de Turismo de Aventura no Brasil. O conteúdo técnico organizado por tais grupos foi também a base de desenvolvimento das normas de Turismo de Aventura, elaboradas no âmbito da ABNT – Associação Brasileira de Normas Técnicas.
Foram elaborados 10 Manuais de Boas Práticas, nos seguintes temas relacionados ao Turismo de Aventura:
1. Gestão Empresarial
2. Sistema de Gestão da Segurança – ABNT NBR 15331
3. Competências Mínimas do Condutor – ABNT NBR 15285
4. Arvorismo
5. Caminhada e Caminhada de Longo Curso
6. Canionismo e Cachoeirismo
7. Escalada
8. Espeleoturismo
9. Fora-de-estrada
10. Rafting
O Manual número 10 - Rafting, pode ser visualizado no link a seguir:
Rafting - Manual de Boas Práticas nº 10 - ABETA, 2009

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